A chegada de Maria Flor

Na busca do sol rompe a crosta
Na sombra da montanha nasce a flor
O negro beija-flor conta aos ares
Semente de orquídea garça branca
Nasceu a nossa Maria Flor

Exuberante e Delicada
Fruto de desejo arrebatador
Mil pássaros em festa revoada
Dançam de alegria ao ver a flor
Desenham ao céu sublime cena
No instante que abre os olhas a pequena
Contempla sua família de amor

Esguios seres desta terra
Belos exemplos de esplendor
Nascida no solo da serra
Orquídea entre a árvore e o beija-flor

Materna ternura de raiz tenra
Entranhada eternamente n’alma dela
Suga-lhe a seiva, dadiva Angelical,
Nutrindo-a no leite de mais puro amor

Resoluto tece o ninho
Assoviando glórias ao senhor
Cresce nessa orquestra primavera
A paixão da filha pelo tutor

Assim a floresta observa
O vigor do anjo Maria Flor
Que completa a família tão bela
Com seu perfume e sua cor.

De Lourenço Olivieri Meier https://amadoraspoesias.blogspot.com.br/
para nossa linda Maria Flor e seus pais Patrick e Danielle


Bem Vinda 23/06/2016


A IMERSÃO o último ceitil do Brasil

No magnetismo do último ceitíl
O eixo da justiça a orbitar
É o abrigo do arrependido
A escola estelar
Na psicosfera deste ninho
A Terra é barco a gravitar
O cristo ensina o caminho
Desde a gênese solar

Chegaras ao porto de amor
Teu leme é uma nação
E o cruzador equilibrado
Aponta para dentro o canhão
Navega no mundo interno
Com Jesus no nosso timão

Quebra a mascara
Corrige o curso
Recolhe a ancora do medo
Desata o nó da culpa
Distribui igualmente os estoques
E imune ao canto da sereia!
Enfrenta a tempestade

A Comeerj  e o  Enefe
Em meio ao tumulto geral
A Pátria norteia o mundo
À transformação do ser
Oasis do Brasil
No ciclo do renascer.
As rédeas da galáxia
O jovem no seu buril.

Ensaio de amor mais puro
Parece pura invenção
Que arando a terra interna
Floresça na constelação
Mas creia meu caro amigo
Herdeiro de cada ação
Nasce agora uma estrela
Que entregara em sua mão
A vontade certamente
Dar-te-á a condição
Vencer a si mesmo e amar
Eis a nossa missão

Sedento de fé em ti mesmo
Aproveita a fonte fecunda
Sorve a agua da vida
Que transpira na árdua luta

Mate a sede do irmão
No deserto de uma era
Que o Brasil seja agora
O Oasis de outras terras
E o planeta será então
O céu de outras esferas.  

Lourenço Olivieiri Meier
Imersão da XXXVII Comeerj
Polos VIII e XVIII 01 de novembro de 2015
https://amadoraspoesias.blogspot.com.br/




Herói Cirurgião

Nas linhas das vidas
Na palma da mão
Enxerga a vidente
Um mapa de dedicação

Não importa quem é
a cor,  a religião
Dará ao grande drama
A melhor solução

Sacrifica a própria vida
Em prol do seu Irmão
Paixão pela Medicina
Salvadora religião

Uma existência de estudos
É o calvário do cirurgião
Missionário determinado
De trabalho e vocação
Horas a fio focado
Fiando o futuro da mão
Uma veia enxuga um pranto
Um osso embala um filho
Um músculo o trabalho
Um nervo abraça um neto
Um enxerto um aconchego
Uma sutura uma amizade
Uma costura uma família
Um tendão motivação
Ao final um ideal
Ponto a ponto
A grande chance
Novo mapa sem igual

O poeta deixa o corpo
A ciência herda a mão
A pesquisa não crerá
Nesta recuperação
Entusiasmada dirá
Virou uma Super mão

Toda a escola aplicada
Treino e preparação
Competência e vontade
Deste herói Cirurgião

O Médico dos Médicos
Curava com lodo e saliva
Os que seguem seus exemplos
Com suor e disciplina

Por tudo o que representa
E pelos pacientes que virão
Rogo ao mestre Divino
Proteja meu cirurgião

De Lourenço Olivieri Meier. leito15 Orto1
Para Dr João Recalde Dr Ivens toda a equipe e todos os dedicados funcionários do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes


Arquiteta de Vida

Sua planta é baixa
Mas a perspectiva é Imensa
O traçado é firme
O compasso acelerado
Paginação delicada
Decora e ornamenta
Cria e inventa
A Arquiteta surpreende
Quando a obra é terminada

Exigente e organizada
Não da mole meu irmão
Ter outra mãe no trabalho
É levar nas orelhas puxão

Coincidência ou não
Nome do marido com S
Um par de amor, com nome par
com 6 letras como o seu
Vida com equilíbrio e Integração

Desde nosso reencontro
Nesta vida muito aprendi
Mas o principal foi ser firme
No ideal que escolhi

Sempre pensando nos outros
Nas bodas aconselhou os casais
“coisas ruins acontecem
Mas persistam e verás”

Pit Bul Baixinha Brava
Chame assim
Ela não liga não
Ame ou odeie
Ela é assim mesmo
Mas em cima do muro não
 Ela tropeçava muito
Nenhum médico tinha solução
Depois que virou pé-de-valsa
Nuca mais a salvei de ir ao chão

Menina mulher
Do anel de lua e estrela
Se canta no coral se emociona
Se projeta no trabalho se realiza
Se dança na valsa se liberta
Se pensa no Brunno se orgulha
Se fala no Silvio olho brilha
Se fala no flamengo se diverte
Se te der um só conselho....
Siga a risca
Temos muito em comum
E por isso mesmo atritamos
Mas na admiração que construímos
Amizade daqui pra muitos anos


Para Sandra Lanzellotti   Feliz aniversário.06/05/15

Retrospectiva 80 anos em versos

                                       ( 80 anos )
Alegria de vida
bem cantada, bem sofrida
Bem vivida
Trabalho resolve, trabalho, tempo
Trabalho cabeça, trabalho passado.
Só quero mais tempo.
Tempo para estar com a família
Tempo pra fazer ainda mais
Mas não posso me queixar.
Muito mais vitórias que derrotas.
Coisa boa é estar mais velho, com a cabeça mais jovem
Facebook, Internet, Celular, Viajar, ver Divaldo, Estudar
É a porção melhor que o Super-Homem trás
Éo que me faz viver,
Não posso parar

( 70 anos)
Ái isso ái aquilo.
Antes eu fazia isso com o pé nas costas !
Já disse que não, não quero não vou,
Nem morto eu paro de dirigir !
Ivone, estou com saudades
 Uma prece pela família.
Tá na hora da novela  
Vi um neto trocando fraldas da filha
Tenho muito o que ver ainda!

                      (60 anos)
Agora descanso,praia calma , Espiritismo.
Presente da vida netos, água de sal, água doce
Oficina moldura, Ivone costura.
Desacelera a vida, andando de bugre.
Ensino netos a dirigir, quem resiste ?
Almoço + doce, bôlo, café
Praia, bugre, amor, paz

                       (50 anos )
Volta herói, fecha negócio, abre negócio
Filho brigando, calma Haroldo
Calma descansa, vai p’ro sítio
Constrói muro, tijolo a tijolo
Não se aguenta, galinhas, patos, treiler
Merda Ivone, fábrica é bom, o trabalho me acalma
Filhos, mosquitos, carros, casas
Madeira, moldura, dinheiro – ái meu peito ...
Meus filhos, meus netos, meu coração !

                     (40 anos )
Um neto atrás do outro
Trabalho e mais trabalho
Ser avô é que é bom
Mas não tenho cadeira de balanço
Tenho carro envenenado
Tenho força de trator e nervos de aço
Malas prontas , corre-corre, olha o relógio.
Quebrou a perna, torceu o braço
Brigou no trânsito, bateu de carro
Resolve logo que atrás vem outro
Vovô vovô, papai papai, patrão patrão
Seu Haroldo – olhos vermelhos
Ái ái... serra na mão – ái ái meu coração...
                        (30 anos )
Palito entre os dentes
Muito, muito contente
E a mulher cuidando de tudo
A mais nova pede colo
 O segundo pede carro
 A terceira Faculdade
O quarto um cigarro.
O trabalho  = Pé no saco
Não quero mais ser empregado
Invento mais dois pra ver se me encaixo
Malas prontas – encaro !

                       (20 anos )
Faz curso estuda trabalha.
Corro viajo, corro trabalho...
Menino cuidado abaixa o topete
Disco na vitrola, pega na mão , uma dança
Conquista donzela e é hipnotizado
Faz serenata, carta de amor
Sente completo, APAIXONADO casado !!!

                     (10 anos )
Solta pipa, joga gude
Pião e rolimã
Corre ajuda em casa
Gosta da escola
Mas corre, tá tarde , o bonde vai passar

                   (0 anos )
A vida pobre de Redenção
Comprometido volto a labuta
Amar mais – que brigar
Beijar mais – que gritar
Ser bom
Ser filho, neto, irmão
Amigo, pai, marido, tio, avô, bisavô, tataravô...
Trabalhar, trabalhar, trabalhar, sem reclamar

Ser Haroldo – Amar !!!...

Lourenço Olivieri Meier
https://amadoraspoesias.blogspot.com.br/
para Haroldo Elpídeo Soares  parabéns 80 anos 

PAI entre o garoto e o forte

Era um garoto, que como eu
amava Beatles e Holing Stones
Amava a vida, a liberdade,
Mas não sabia o seu lugar
Um caminho que o inspirasse.
Ansiava por encontrar

Suas paixões eram banais
Ia vivendo a esperar
Um amanhã que não fará
Sentido algum ao seu pensar.

Considerava sua família
hipocrisia da burguesia
Foi estudar com outros doidos
Uma tal de Psicologia

Amante de história
Socialista Esquerdista
Poeta Revolucionário
Cabeludo guitarrista.

Festa esquisita com gente estranha
Conheceu uma menina bobinha encantadora
Deixou rolar uma brasa mora? e pirou na boa
Hendrix, Zeppeling e Floyd o deixavam ligadão
Mas naquela pequena fissurou caidão

Tudo valia a pena 
Ele até escrevia poemas
E logo juntaram os trapos
Sua vida como cinema.

Te faço um filho te dou outra vida, e entro no clima.
Entro no clima e na dança,
Que tentam me enfiar desde criança
No mundo do capital,
Usando 10% da sua cabeça animal.
Trabalhar como um escravo-¨liberto¨
Contribuindo para nosso belo quadro social

Filho-feliz, feliz-satisfeito,
família faz insatisfeito,
Sem jeito de ser mais feliz,
Dinheiro para ter sustento.
E fazer família feliz
E aquele garoto que ia mudar o mundo.
Agora da pipoca aos macacos
Mostrou a sociedade vencido,
Que a vencera pelo cansaço.

Mas não se queixa de nada,
Joga no cachimbo a expressão
De quem tá puto com algo,
Mas não pode resolver não
Emprego publico é bom
pra quem tem muita obrigação.
O segundo e a caçula chegam
Aumentando satisfação.
Responsabilidade mermão
A gente entra em cada uma?
Freud não tem explicação

Dizem que ela existe, pra proteger,
Mas ser Ético na policia, é de foder
Como ter equilíbrio vendo tanta Armação
A pressão aumenta o sangue esquenta
Medo-medo de alguém, sofrer retaliação.
Mas por eles tudo aguento
Sem uma reclamação
Fuga é covardia, fraqueza é esmorecer
Um dia venço essa barra
Ou com Ética vou morrer

Forma-se advogado,
Graças aos livros do bidê.
E na plateia feliz eu ví
Sua mão se erguer,
Comemorar a vitória
Apesar de saber
Que se fosse sua vontade
Nada disso iria ser
São sacrifícios feitos
Em prol do florescer
Das suas próprias sementes
Podando seus impulsos
Fazendo sabra aos arbustos
Plantados no seu viver......

Não sei nesta fase da vida
O que foi que ele passou
Mas sei que ele mudou,
A sua rota e guia
E a sua fisionomia
Bem mais dura Ficou

Separa, Volta Separa
Brigas sem parar,
Trabalho dia e noite
Ideal versos real,
Volta separa volta
Passa em concurso melhor
Chance pro amor de novo
Talvez longe de todos
Numa casa em cidade menor

Um prêmio a quem pega mais mosca
Meus filhos crescem e aparecem
E a minha felicidade
Nunca tinha sido maior
Recompensa sagrada
Até parece roubada,
De Deus e de algum Santo
Momentos como este, raros
Temos que guardar com a razão
Hoje o sol bate quentinho
Amanhã vem um furacão
Tava tudo resolvido
Mas por dentro ainda não
Muita coisa do passado
Atormentava a visão.
Quando a esmola é muito alta
Escapa sem explicação.
Passo a passo nesta vida
Volta ao Rio sem Tesão.

Sem segurar as rédeas
O cavalo da pressão
Vaza em disparado
Deixando fogo no chão
Sacrifícios que se faz
Sem saber a dimensão
No fundo do peito sabia
Que daria certo não.

A saudade da vidinha
Doía no coração
E as neuroses da vida
Aumentavam em proporção
Qualquer alfineta
Era tiro de canhão
E o herói da casa
Se sentia um palhação
Que sustentava uma festa
Onde não encontrava afeição

Herói mesmo quando errado,
Tem respeito de valentão
Pai mesmo estando certo,
Achamos, que temos razão
Quando diz sim é sim
Quando não diz é não
Peço seus conselhos
Mas não sigo, sua opinião
História reescrita
Igualzinho a ele faço
Quando estou sem Timão

Meu pai me ensinou o certo
Exemplo de retidão,
De moral e de cidadão
Esteve sempre em busca,
De sua realização
Não era feliz casado,
Não era feliz solteirão
Felicidade é a meta
Aprendemos vendo o velho
Enfrentando resignado
O que tinha em suas mãos
Embora não soubesse se um dia,
Iria ter solução

Coragem meus filhos coragem
É preciso agir sem saber,
Sem ter certeza ao certo
Do amanhã, o que vai ser
Fazer o que é preciso
Mesmo sem querer
Escolher é a nossa viagem
O nosso mais firme crescer.

Assim como eu, ele teve
Muita desavença com seu pai.
Muito tempo precioso perde
Tentando mudar e reatar
Espero que possa eu
Melhor Aproveitar
A chance de estar junto
Mais tempo do meu Pai

É um homem muito forte,
Mas um dia ví entristecido
Meu herói sem sorte
Meu pai doente e caído
Apesar das desavenças
Apesar de toda raiva
Entendia que suas neuras 
Eram fruto das suas magoas

Selamos o recomeço
Com respeito, amizade e proza.
No leito de sua dor
Com Paulinho da Viola.

Para mim ficou mais fácil
Conviver sem depender
E o Herói desconstruído
Recuperava o Amigo

Saudosista dos anos de paz
Buscava dentro de sí
O garoto de tempos atrás.

Sabotando a felicidade,
Sem notar, deixa crescer.
Ervas daninhas danosas
Que o prendem no sofrer.

Não sabe bem o que quer
Mas sabe bem o que não
Maduro e vivido bastante
Toma outros rumos então.

Vida na busca de ser
Feliz e recomeçar
Não com a boca escancarada
Esperando a morte chegar

Mas a saúde tá mal
Cirurgia pode ajudar
Sobrevive mas ficam sequelas
Depressão Nivel Cavalar...
Desordem hormonal
Solidão de arrasar
Resultado inesperado
Ele não quer mais tentar

Mas não pode ser verdade
Ele é super,
Ele é forte
Ele é Pai!!!
Ele tem mil motivos pra querer....
Mas não quer.
Não é cartesiano
É efeito colateral
É sequela de anos e anos
Ai Não tem jeito
Aí Não tem dó no peito
É bicho de sete cabeças
Uma Só palavra
Uma só silaba

Passa um tempo
E ele se recupera
Agradeço a Deus
Que tenha mais esta chance
Oro pedindo que aproveite
Pois penso que ele merece
Ele tem tentado aproveitar
Talvez até demais

O homem que me criou
Hoje quer tudo que não pode
Quem tanto se privou
Agora arrebenta o pote
Espero que em breve ele encontre
O equilíbrio
entre o garoto e o forte

Na minha visão tá errado
Mas não sou assim tão forte

Acho que todos que um dia
Veem o filme da quase-morte
Se chocam com o quanto
Querem mais do que podem
Nem tão garoto
Nem tão forte
Mas seja lá como for
Que aproveite como pode
Desejo sinceramente
Que encontre um norte

Seja muito garoto
Ou muito forte
Tenha muita responsabilidade
Ou muita sorte
Que continue comigo

Nosso pai


Nosso Amigo. 

Lourenço Olivieri Meier https://amadoraspoesias.blogspot.com.br/ 
CARTA POESIA AO MEU PAI Ricardo de Menezese Meier
RIO DE JANEIRO 07 DE AGOSTO DE 2014


Poesia marceneira

Arco de pua na mão
Um lápis atrás da orelha
Esquadreja na invenção
O sonho que da na telha

A farpa entra na mão
Madeira e homem se  unem
É veio que pulsa na veia
Da madeira que o formão
Lentamente esculpe e torneia

Cada martelada errada
Faz gemer não só a madeira
Com a dor e amor da dupla
Aparece a obra inteira.

No veio corre ainda a seiva 
Resultado sintetizado do passado
De um corpo já não mais útil
Que virou adubo arado
Assim esculpe hoje o homem
Uma parte de seu antepassado
Ou ainda se assim deus quiser
De um corpo por ele mesmo usado

Na natureza tudo se transforma
Assim dizia o ditado.

No serrote fiel ......
Sente que o corte encaixa
Se a madeira tem um nome
É no cheiro que se descobre

Da madeira que foi serrada.

Cada uma com um aspecto
E uma personalidade.
Cada época cada nó
Uma camada a mais encorpada
Um símbolo das nossas vidas
Das camadas formadas
Uns ficam massarandubas
Outros ipês amarelos
Umas perobas rosas
Outras pinhos de obra


Seja como for agora
Nada que não possa ser outrora
Uma útil mesa ou escora
Pra um carpinteiro que a manobra
E aplicando sua escola
A deixe sempre melhorada

.
Como nas vidas do homem
As camadas do inconsciente formadas
Vida após vida  vivida

A madeira se decompõe e renova
Numa qualidade aprimorada
Se hoje não entra um só prego
Amanhã será entalhada.

Madeira carrega pra sempre
A historia de quem nela trabalhou.
Por isso O Mestre ao vir pra terra
Escolheu a família certa
E Carpinteiro se formou.



Lourenço Olivieri Meier.
https://amadoraspoesias.blogspot.com.br/


Homenagem aos Amigos que compartilharam comigo a execução de serviços de marcenaria fabulósos:
Haroldo, Werner, Eduardo, Francisco, Iony, Fernando, Roberto, Cristiano e tantos outros.